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Arco-íris.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
“Havia uma menina que procurava por amor, procurava por uma mágica que nem ela ao menos conhecia e sabia como era, mas apenas procurava de tanto ouvir falar por aí. O tempo passou, ela conheceu três meninos em três ocasiões diferentes, em dias diferentes, então ela resolveu fazer um teste pra saber qual seria o certo. Disse que gostava muito deles, mas que aquele que quisesse tê-la teria que pegar um pedaço de arco-íris e dar à ela como prova de seu amor. Nenhum dos três entendeu muito qual era o motivo daquele pedido inusitado mas não poderiam questionar.
O primeiro menino, o que tinha melhor situação financeira, a buscou no dia seguinte e a levou para o topo de uma montanha onde o sol mais brilhava na cidade e tirou um anel de diamante de uma caixinha e apontou para o sol fazendo com que um arco-íris surgisse refletido e disse que não havia valor no mundo que ele não pudesse pagar pra fazê-la feliz. Ela sorriu e disse que pensaria e guardou o anel como prova do amor dele.
O segundo menino, nem rico nem pobre, bateu na porta da casa da menina pouco mais de uma semana depois e apareceu com uma vasilha com moedas dizendo que não trouxe o arco-íris mas que talvez o atravessasse todo por ela para lhe trazer o que havia no final dele, como um duende. Ela sorriu, disse que pensaria e pegou a vasilha que ele trouxe como prova do amor dele.
O terceiro menino que não tinha muito dinheiro como os outros dois, a buscou em casa duas semanas depois que se conheceram e a levou para dar uma volta no parque, e no meio da conversa ele tirou um pequeno pote do bolso e a entregou. Ela sem entender muito, abriu e se deparou com um arco-íris de papel desenhado guardado dentro do pote e começou a rir e perguntou o que era aquilo. Ele sorriu e disse que ele não tinha dinheiro para surpreendê-la, mas ele poderia desenhar enquanto ela quisesse todos os arco-íris possíveis para tornar a vida dela mais alegre, ou faria qualquer coisa que pudesse ao menos arrancar uma outra risada como a que ela tinha acabado de dar se ele pudesse ao menos vê-la de novo. Ela sorriu então e levou o pote para casa como prova do amor dele.
No dia seguinte, analisou os três presentes. Um anel simbolizando a riqueza, uma vasilha com moedas simbolizando a fantasia, e o pote com o arco-íris desenhado a mão simbolizando a ternura. Então, ela se dirigiu a casa do primeiro menino e devolveu o anel dizendo que ela não procurava fortuna, porém companheirismo. Em seguida, foi na casa do segundo menino e devolveu a vasilha dizendo que não procurava por um mito, porém em algo em que acreditar de verdade. Parou na casa do terceiro menino e devolveu o pote porém sem o arco-íris. Ao abrir o pote e não encontrando o seu presente, ela explicou que ele foi o único que conseguiu juntar três coisas essenciais para que ela pudesse ser feliz com alguém: um modo de fazê-la rir, a simplicidade e o carinho em apenas um simples pedaço de papel. Ela pediu um pedaço do arco-íris e ele lhe devolveu um pedaço de papel colorido como demonstração de que cada dia da vida dela poderia ter um pouco mais de cor e vida ao lado dele. Não haveria presente mais bonito.”
- Tabatha de Lacerda.
Taby, 23:54 | back to top
1 - nothing personal
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Arco-íris.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
“Havia uma menina que procurava por amor, procurava por uma mágica que nem ela ao menos conhecia e sabia como era, mas apenas procurava de tanto ouvir falar por aí. O tempo passou, ela conheceu três meninos em três ocasiões diferentes, em dias diferentes, então ela resolveu fazer um teste pra saber qual seria o certo. Disse que gostava muito deles, mas que aquele que quisesse tê-la teria que pegar um pedaço de arco-íris e dar à ela como prova de seu amor. Nenhum dos três entendeu muito qual era o motivo daquele pedido inusitado mas não poderiam questionar.
O primeiro menino, o que tinha melhor situação financeira, a buscou no dia seguinte e a levou para o topo de uma montanha onde o sol mais brilhava na cidade e tirou um anel de diamante de uma caixinha e apontou para o sol fazendo com que um arco-íris surgisse refletido e disse que não havia valor no mundo que ele não pudesse pagar pra fazê-la feliz. Ela sorriu e disse que pensaria e guardou o anel como prova do amor dele.
O segundo menino, nem rico nem pobre, bateu na porta da casa da menina pouco mais de uma semana depois e apareceu com uma vasilha com moedas dizendo que não trouxe o arco-íris mas que talvez o atravessasse todo por ela para lhe trazer o que havia no final dele, como um duende. Ela sorriu, disse que pensaria e pegou a vasilha que ele trouxe como prova do amor dele.
O terceiro menino que não tinha muito dinheiro como os outros dois, a buscou em casa duas semanas depois que se conheceram e a levou para dar uma volta no parque, e no meio da conversa ele tirou um pequeno pote do bolso e a entregou. Ela sem entender muito, abriu e se deparou com um arco-íris de papel desenhado guardado dentro do pote e começou a rir e perguntou o que era aquilo. Ele sorriu e disse que ele não tinha dinheiro para surpreendê-la, mas ele poderia desenhar enquanto ela quisesse todos os arco-íris possíveis para tornar a vida dela mais alegre, ou faria qualquer coisa que pudesse ao menos arrancar uma outra risada como a que ela tinha acabado de dar se ele pudesse ao menos vê-la de novo. Ela sorriu então e levou o pote para casa como prova do amor dele.
No dia seguinte, analisou os três presentes. Um anel simbolizando a riqueza, uma vasilha com moedas simbolizando a fantasia, e o pote com o arco-íris desenhado a mão simbolizando a ternura. Então, ela se dirigiu a casa do primeiro menino e devolveu o anel dizendo que ela não procurava fortuna, porém companheirismo. Em seguida, foi na casa do segundo menino e devolveu a vasilha dizendo que não procurava por um mito, porém em algo em que acreditar de verdade. Parou na casa do terceiro menino e devolveu o pote porém sem o arco-íris. Ao abrir o pote e não encontrando o seu presente, ela explicou que ele foi o único que conseguiu juntar três coisas essenciais para que ela pudesse ser feliz com alguém: um modo de fazê-la rir, a simplicidade e o carinho em apenas um simples pedaço de papel. Ela pediu um pedaço do arco-íris e ele lhe devolveu um pedaço de papel colorido como demonstração de que cada dia da vida dela poderia ter um pouco mais de cor e vida ao lado dele. Não haveria presente mais bonito.”
- Tabatha de Lacerda.
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She's a lady
Acho que desde que me entendo por gente tenho algumas paixões na vida, e certamente a grande maioria está de algum modo envolvida com música. Eu quero viver disso um dia, cantando pras pessoas por aí, mostrando o que eu sinto através de músicas, conhecendo novas pessoas e sendo absurdamente feliz com isso. É, não me vejo fazendo outra coisa. No momento, faço faculdade de farmácia (eu sei, pra quem quer seguir com a música, não tem nada a ver), já que eu realmente gosto de química, podem me chamar maluca. Mas um dia largo tudo, fico louca, e vivo só de música que é minha paixão mesmo. Me aguardem.
Como tipo muita porcaria, eu deveria ser obesa... e isso foi irrelevante. Gosto tipo muito de McFly, e pra mim o Tom Fletcher é o maior compositor de todos desde John Lennon. Sim, claro que eu gosto de Beatles, que pra mim são a maior banda de todos os séculos. Adoro All Time Low também, e o Alex é a coisinha mais fofa da face da terra, Forever The Sickest Kids, Hey Monday, Paramore, The Maine, Cobra Starship, e outras. Sou completamente retardada e metida a palhaça e isso chega a ser irritante as vezes, mentira, mas é divertido.
Sou absurdamente preguiçosa e se bobear tenho preguiça de respirar até. Sou a pessoa mais sedentária do mundo e se dependesse de mim, o mundo só teria escadas rolantes e aqueles esteiras no chão que você nem precisa andar. Gosto de coisas cult, não sou uma loser total. Tipo fotografia, coisas antigas são maravilhosas e tal, adoro roupas, se eu pudesse comprava uma peça de roupa por dia. Bom, não sei mais o que falar de mim, é. Acho que como eu disse no início disso aqui, eu não falo pouco. Já cansei muito a mente e a vista de vocês. umbj xx hehehe
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Conhecer o McFly de novo.
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Jaqueta de couro curtinha
Calça tipo vinil
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McFly - Live At Wembley (CD)
Bonequinha de Luxo (DVD)
Nikon d5000
Calça vermelha
Headbands
Wayfarers novos
Livros Gossip Girl
Vestido de festa
Salto vermelho
Blusa bandeira da Inglaterra
Saia preta cintura alta justinha
Saia de zebra citura alta justinha
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Camisa xadrez (amarela preta/rosa e preta/azul e preta/vermelha e preta)
Short jeans novo
Meia calça amarela/roxa/azul
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Hello there,
Bem vindo! Meu nome é Tabatha, mas pode me chamar de Taby se preferir.
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"Oh me, what eyes hath love put in my head, which have no correspondence with true sight. Or if they have, where is my judgment fled that censures falsely what they see aright?"
- William Shakespeare
Memory Lane
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